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História

O Geopark Terras de Cavaleiros  possui um vasto património histórico, arqueológico e artístico em todo o seu território. É patente em edifícios públicos, privados e religiosos, antigas pontes, pelourinhos, fontes de mergulho, entre outros.

A sede do concelho do território do Geopark Terras de Cavaleiros é em Macedo de Cavaleiros, com uma área de 699,2 km2, 15766 habitantes correspondente a uma densidade populacional de 22,6 habitantes/Km2 (Censos 2011). Com 30 freguesias e 68 povoações, é um dos 12 municípios do distrito de Bragança. No que se refere à distribuição da população ativa pelos três setores de atividade, existe uma afetação maioritária ao setor terciário , face aos setores secundário e primário.

No nordeste transmontano, Macedo de Cavaleiros é terra de solares situada num vale fértil, junto à Serra de Bornes. 

No séc. XVIII, uma das principais atividades da região era a criação de bicho-da-seda, de que são testemunhos as ruínas do Real Filatório de Chacim, que se prevê serem reaproveitadas no âmbito da "Rota Europeia da Seda", da qual Macedo de Cavaleiros é Sede em Portugal.

A denominação de “Terras de Cavaleiros” resulta da junção da palavra “terras”, que surge como uma alusão medieval e da vastidão do território, e da palavra “cavaleiros” dada a força e a história associada ao ato heroico do cavaleiro Martim Gonçalves de Macedo, que em 1385 na Batalha de Aljubarrota, salvou da morte o Mestre de Avis, futuro D. João I, Rei de Portugal

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